
Prenúncio da morte
Horríveis são as flores
Que não soltam seus venenos ao vento,
Tornando todos vitimas de seu contentamento,
Porque não morres, óh exorbitante beleza preeminente...?
Levando consigo todo prenúncio de ilusão errônea,
E com ele irei,
Sempre!
Como um algoz de lindas borboletas, que as driblam,
Levando uma beleza triste,
Mas ainda beleza, triste e amarga,
Que tarda, como elas, um nascer e morrer,
De tantas 24 horas que negam-se a formar nada,
Pouco tempo para mostrar a real beleza,
Voa borboleta!
E com ela irei,
Sempre. ( Thiago RangeL )
Consegue imaginar que a borboleta pode ser você?



